quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Capitulo Auto-Confiança de meu Livro....

Após receber milhares de Email, para postar alguma coisa de meu livro, estou postando o inicio do capitulo 3 - Auto-Confiança porém este capitulo ainda esta sem revisão gramatical.


O medo anula a confiança.

“ No momento em que você começa a racionalizar seu medo, você começa a negar seus sonhos.”

Paulo Freire


Max Lucado no livro, Sem medo de viver, leva-nos a refletir, sobre nossos medos, medo este que muitas vezes nos fazem travar, diante de uma batalha, diante de uma situação ou um problema qualquer. Ele diz que: “ Temos medo de sermos processados, de sermos os últimos a terminar algo, de ficarmos sem dinheiro: tememos a pinta que apareceu nas costa, o vizinho novo, o som que o relógio faz enquanto nos aproxima da nossa sepultura. Sofisticamos planos de investimentos, criamos elaborados sistema de segurança e legislamos por um exército mais forte e, no entanto, dependemos de calmantes mais do que qualquer outra geração na história. Além do mais, “ a criança comum hoje [...] tem o mesmo nível de ansiedade de um paciente psiquiátrico comum nos anos 1950.”

Quando não conseguimos confiar primeiramente em nós mesmo, nossos projetos naufragam na primeira tentativa de colocá-lo em pratica. O medo nos aprisiona e não nos deixa prosseguir, tira nossas forças e nossa vontade de fazermos a diferença, onde estamos. Como profissionais, devemos vencer as barreiras, que é muitas vezes não confiar em nosso potencial e na nossa capacidade de empreender, mesmo estando trabalhando dentro de uma companhia. Vi inúmeras vezes, meus companheiros de grupo, na faculdade, se esconder atrás de outros membros da equipe, quando apresentávamos nossos seminários, era incrível, uns tremiam outros suavam frios, porque estavam diante de uma platéia de também estudante e o medo e os pavores tomavam conta de suas vidas, o medo era muito maior do que a chance de se obter sucesso, apresentando o seminário.

Mais sobre o livro, só em Agosto/2010
Se quizerem podem comentar, será legal..

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

3) Trabalho

O mercado nacional vive um momento muito bom em relação ao trabalho. Mas o principal desafio do novo Presidente será realizar uma reforma trabalhista, reduzindo o custo da geração de empregos e diminuindo a informalidade. Na atual politica trabalhista, o empregador paga um salario para o trabalhador e o governo é responsável por outro salário, reduzindo a competitividade da economia nacional. E outro desafio é a qualificação profissional dos trabalhadores, a industria esta com falta de especialistas.


 


Dilma, não tem nenhuma meta para geração de novos empregos, deverá manter a mesma politica de crescimento do governo Lula. Ela pretende continuar a estimular o consumo interno e desburocratizar a formação de pequenos negocios, como o super simples.



 




Serra, promete criar 20 milhões de empregos até 2020, e tirar 5 milhões de brasileiros da informalidade. Criar cursos tecnicos rapidos e reduzir jornada de trabalho para 40 horas semanais.

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

2) Banco Central e Politica de juros


O maior medo do setor economico era a não autonomia do Banco Central. A independência não é total mas não houve interferencia do governo na operação do Banco Central. A regulação do sistema econômico continua sendo através das estratégias do Banco Central.








Dilma zela pela continuação da gestão do governo Lula. Respeitando a autonomia do Banco central, deixando-o interferir no câmbio.


Serra é um critico irreversível neste quesito. Ele prefere e já se manisfestou dizendo que o Banco Central não é a " Santa Sé " e defende maior integração do Banco Central e o Ministério da Fazendo.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

Apartir de Hoje estarei postando algumas propostas dos candidatos a Presidente da República.

Informando aos blogueiros, como será o brasil proposto pelos candidatos Dilma e Serra


1) Pré-sal


A descoberta desta reserva de petróleo, estimado em mais de 50 bilhões de barris, abre perpectivas promissoras para o Brasil. O pré-sal pode promover o país em campeão de reserva de petróleo. Porém o maior empasse esta na forma de exploração do pré-sal. Há mais de 10 anos, a forma de exploração é o regime de concessão, onde o governo licita uma área, a empresa vencedora da licitação, empresa privada ou estatal, explora e cobra royltes pela produção do petróleo, sendo um dos regimes mais usado entre outros países. Existe também o modelo de partilha, onde a participação do governo federal é maior, porém pode ser feita pro empresas privadas, onde o país recebe em barris de petróleo e não moeda corrente.





A candidata Dilma é Pró-partilha, argumentando que já é confirmada a existencia de petróleo, não fazendo sentido entregar uma área onde o futuro dono do petróleo corre menor risco.









O candidato Serra não toma nenhum partido, porém argumenta que o modelo atual, esta funcionando muito bem obrigado, permitindo menor risco e maior receita para os cofres públicos