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quinta-feira, 28 de outubro de 2010

o Brasil na ótica dos presidenciáveis

5) Saúde pública

Como não foi renovada o imposto que financiava o setor, CPMF, então o novo Presidente deverá tomar decisões sérias, em relação ao orçamento. Sabemos que foi aprovada uma emenda constitucional, que define que os Estados e Municipios devem investir em saúde, porém isto não esta acontecendo. A promessa dos candidatos é resolver este impasse, sem criar novos tributos para financiar o caos da saúde publica no Brasil.






Dilma, defende a construção de 500 unidades de Pronto Atendimento, e defende o rateio dos gastos, entre a União e os Estados, cada qual com um compromisso de 50% do financiamento dos gastos publicos.




Serra, promete criar 154 Ambulatorios de Medicina Especializada, em varias especialidades medicas.
A referência básica para a reflexão é o artigo 196 da Carta Magna, que define a saúde como direito de todos e dever do Estado, a ser garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem a redução do risco de doenças e de outros agravos e o acesso universal e igualitário às ações e serviços para a sua promoção, proteção e recuperação (Brasil, 1988).

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

4) Combate a pobreza

O programa bolsa familia, virou clichê dos candidatos a campanha presidencial, este programa foi um elemento importante na redução da desigualdade social e da pobreza. Nas projeções do economista Marcelo Neri, da fundação Getulio Vargas, foram mais de 20 milhões de pessoas que migraram da pobreza, para uma nova vida e situação economica. Certeza que este programa precisa de aprefeiçoamento, ser refinado, para alcançar todas as familias que realmente precisam.









Dilma, promete fortalecer ainda mais o programa Bolsa Familia.
Não revela quais serão os metodos para erradicar a pobreza e a miséria até 2014, como diz na campanha que esta realizando.





 

Serra que era crítico ao programa Bolsa Familia, agora diz que vai ampliá-lo e ainda promete criar uma 13º parcela para aqueles que estão inscritos no programa.
Erradicar a pobreza não é coisa facil, para os presidentes.

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

3) Trabalho

O mercado nacional vive um momento muito bom em relação ao trabalho. Mas o principal desafio do novo Presidente será realizar uma reforma trabalhista, reduzindo o custo da geração de empregos e diminuindo a informalidade. Na atual politica trabalhista, o empregador paga um salario para o trabalhador e o governo é responsável por outro salário, reduzindo a competitividade da economia nacional. E outro desafio é a qualificação profissional dos trabalhadores, a industria esta com falta de especialistas.


 


Dilma, não tem nenhuma meta para geração de novos empregos, deverá manter a mesma politica de crescimento do governo Lula. Ela pretende continuar a estimular o consumo interno e desburocratizar a formação de pequenos negocios, como o super simples.



 




Serra, promete criar 20 milhões de empregos até 2020, e tirar 5 milhões de brasileiros da informalidade. Criar cursos tecnicos rapidos e reduzir jornada de trabalho para 40 horas semanais.

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

2) Banco Central e Politica de juros


O maior medo do setor economico era a não autonomia do Banco Central. A independência não é total mas não houve interferencia do governo na operação do Banco Central. A regulação do sistema econômico continua sendo através das estratégias do Banco Central.








Dilma zela pela continuação da gestão do governo Lula. Respeitando a autonomia do Banco central, deixando-o interferir no câmbio.


Serra é um critico irreversível neste quesito. Ele prefere e já se manisfestou dizendo que o Banco Central não é a " Santa Sé " e defende maior integração do Banco Central e o Ministério da Fazendo.

terça-feira, 26 de outubro de 2010

O Brasil na ótica dos presidenciáveis

Apartir de Hoje estarei postando algumas propostas dos candidatos a Presidente da República.

Informando aos blogueiros, como será o brasil proposto pelos candidatos Dilma e Serra


1) Pré-sal


A descoberta desta reserva de petróleo, estimado em mais de 50 bilhões de barris, abre perpectivas promissoras para o Brasil. O pré-sal pode promover o país em campeão de reserva de petróleo. Porém o maior empasse esta na forma de exploração do pré-sal. Há mais de 10 anos, a forma de exploração é o regime de concessão, onde o governo licita uma área, a empresa vencedora da licitação, empresa privada ou estatal, explora e cobra royltes pela produção do petróleo, sendo um dos regimes mais usado entre outros países. Existe também o modelo de partilha, onde a participação do governo federal é maior, porém pode ser feita pro empresas privadas, onde o país recebe em barris de petróleo e não moeda corrente.





A candidata Dilma é Pró-partilha, argumentando que já é confirmada a existencia de petróleo, não fazendo sentido entregar uma área onde o futuro dono do petróleo corre menor risco.









O candidato Serra não toma nenhum partido, porém argumenta que o modelo atual, esta funcionando muito bem obrigado, permitindo menor risco e maior receita para os cofres públicos

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

O Brasil Privatizado, retrato economico do periodo de 1994 a 1999

Por Aloysio Biondi, escritor e jornalista economico.

Compre você também uma empresa pública, um banco, uma ferrovia, uma rodovia, um porto. O governo vende baratíssimo.
 Ou pode doar.

Aproveite a política de privatizações do governo brasileiro. Confira nas páginas seguintes os grandes negócios que foram feitos com as privatizações – “negócios da China” para os “compradores”,
mas péssimos para o Brasil. Antes de vender as empresas telefônicas, o governo investiu 21 bilhões de reais no setor, em dois anos e meio. Vendeu tudo por uma “entrada” de 8,8 bilhões de reais ou menos – porque financiou metade da “entrada” para grupos brasileiros. Na venda do Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj), o “comprador” pagou apenas 330 milhões de reais e o governo do Rio tomou, antes, um empréstimo dez vezes maior, de 3,3 bilhões de reais, para pagar direitos dos trabalhadores.

Na privatização da rodovia dos Bandeirantes, em São Paulo, a empreiteira que ganhou o leilão está recebendo 220 milhões de reais de pedágio por ano desde que assinou o contrato – e até abril de 1999 não começara a construção da nova pista. A Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) foi comprada por 1,05 bilhão de reais, dos quais 1,01 bilhão em “moedas podres” – vendidas aos “compradores” pelo próprio BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social), financiadas em 12 anos. Assim é a privatização brasileira: o governo financia a compra no leilão, vende “moedas podres” a longo prazo e ainda financia os investimentos que os “compradores” precisam fazer – até a Light recebeu um empréstimo de 730 milhões de reais no ano passado. E, para aumentar os lucros dos futuros “compradores”, o governo “engole” dívidas bilionárias, demite funcionários, investe maciçamente e até aumenta tarifas e preços antes da privatização.


Nas primeiras privatizações, o governo chegou a aceitar que o pagamento fosse totalmente feito em “moedas podres”, isto é, títulos antigos emitidos pelo governo e que podiam ser comprados por até 50% do seu valor.

Quer saber mais sobre privatizações das empresa publicas, leia o livro. " O Brasil privatizado " Escritor Aloysio Biondi, Editora Fundação Perseu Abramo, 2003.