segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Eu prefiro dar uma vara de pescar, que doar peixes...

Esta é a visão do Homem mais rico do Brasil...
Em entrevista a ExameTV

Quando não temos coragem de pescar, ganhar uma vara de pesca é uma verdadeira afronta a nossos ideais.
O interessante é que quando você ganha um peixe, para se alimentar, você não pode escolher o peixe, não sabe a procedência do peixe, fora que existe muitas espécies de peixe que não gostamos e muitas vezes estão cheios de espinhos, são difíceis de engolir..

Porém quando você ganha uma vara de pescar, as coisas se tornam diferentes, você pode escolher quando pescar, de que maneira pescar, onde pescar, com que isca pescar, que tipo de peixe você vai levar para a sua casa, com quem você vai pescar, você pode interferir nas variáveis, pode esperar o melhor momento.

Video de propriedade exclusiva da Exame TV


A situação é diferente, que ganhar um peixe, de procedência duvidosa e ter que come-lo.
A melhor maneira se ter uma vida profissional de sucesso é partir para buscar seus próprios ideais, sem esperar da pescaria de amigos.
Nós temos que buscar nosso próprio resultado, nossa própria conquista, sem depender muito da vontade de outras pessoas, para nos oferecer um cabide.

Pesque seus próprios peixes..... Busque seu próprio sucesso

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Aparência versus Competência, como mensurar?

De que maneira que as empresas de consultoria e os departamentos de recursos humanos, escolhem os profissionais que farão parte do quadro de funcionários de suas empresas?


Recentemente participei como selecionador em uma empresa que estava trabalhando e fiquei surpreso com os critérios de seleção apresentado por um dos responsáveis pelo processo seletivo.

Entrevistei alguns candidatos e entre muitos, dois casos me chocaram. Estávamos procurando um profissional de manutenção, com experiência em programação de maquinas. Após entrevistar um dos candidatos, percebi que o candidato tinha uma boa bagagem e vivencia na área e foi aprovado por mim, no principal quesito, programação.

Aprovei o candidato e o apresentei ao meu superior, mas meu superior me chamou de lado, após a entrevista e me disse, “ Esta pessoa tem quarenta e um ano, no meu ver, pessoas com esta idade não aprende mais nada “. Fiquei surpreso, pois eu estou com trinta e nove anos e na visão de meu superior, eu não teria mais valor, depois de mais dois anos de empresa. Há meu superior tem cinqüenta e quatro anos...

               Será que ele é capaz de absorver alguma coisa?

          Aparência ou competência? Qual critério ele usou?

Um segundo profissional que aprovei, quando apresentei o candidato ao meu superior, ele me disse: “ Este profissional, não posso recrutar para nossa empresa, ele tem quase cem kilos, esta sem mobilidade, não vamos aprovar este candidato “

Fico pensando, hoje estou com quarenta anos, será que nunca mais vou poder trabalhar?

Bom pessoal se prepare, pois não basta ser um profissional competente, tem que estar entre vinte e cinco e trinta e cinco anos, tem que ser bem sarado, caso contrario, você ficara desempregado pelo resto da sua vida.


Eu acredito que as empresas, estão procurando um bio-tipo, como o Jesus Luz, para fazer parte de seu quadro de funcionários.



terça-feira, 12 de outubro de 2010

Eu sou o cliente.

Todos os dias somos banhados por uma avalanche de livros, revistas, sites, seminários, palestras e outros meios de comunicação e informação, sobre como se tornar um vendedor de sucesso. Existem ensinamentos para manutenção daqueles que já atuam na área de vendas, como para aqueles aventureiros que nunca vendeu sequer a sua própria imagem.


Vendas é uma incógnita, que vem sendo descoberto e aperfeiçoado ao longo dos anos.

Vendedores querem desvendar e trazer uma solução para as inúmeras perguntas em relação aos clientes querem saber por que compram, porque deixam de comprar certos tipos de produtos, querem entender teorias como a de MASLOW, ciclo de vida de produtos, o que motiva os clientes, qual a melhor maneira de se relacionar com os clientes, técnicas de negociação, teoria de fechamento de um negocio, etc..

Os vendedores se intitulam, como eu sou um vendedor matador, vendo a qualquer custo, eu sou um vendedor encantador, tenho um bom relacionamento pessoal, outros se intitulam como vendedores transigentes, eficaz, benevolente, de alto desempenho, motivado, sedutor e daí por diante. São inúmeras as características que cada vendedor adota para si próprio.

Mas qual é o grande segredo de vendas, de como identificar um cliente em potencial?
Vendedores acreditem, todo vendedor é um cliente!
Seja introspectivo, analise a você próprio e então entenderá como age um cliente.

Quais são seus desejos, suas aspirações, como você deseja ser atendido, o que leva você a comprar certos produtos, o que encanta você, quando você esta diante de um vendedor.


Você quer ser tratada com respeito, docilmente, com muita atenção, dedicação, você quer que o vendedor se preocupe com você, sinta suas necessidades, descubra aquelas necessidades que você tem, mas acredita que não tem?









Então tudo que você deseja seu cliente também deseja.

Venda não tem segredo, quando você entra em você e procura entender sua necessidade, você passará a entender a necessidade de outras pessoas.

O que faz a diferença entre você adquirir certos produtos ou soluções para você e para seu cliente, é:
  • A sua necessidade é a mesma de seu cliente?
  • As condições financeiras são as mesmas de seu cliente?
  • Seus objetivos são os mesmos?
  • Pessoas têm necessidades diferentes, mas querem ser tratadas da mesma forma.

Você é o cliente.

sábado, 4 de setembro de 2010

Usar FGTS para comprar ações da Petrobrás é um bom negócio, dizem analistas

Rendimento do Fundo, de 3% ao ano mais TR, é muito baixo


Investir em ações é um bom negocio?


SÃO PAULO - Quem tiver a oportunidade de investir novamente o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) em ações da Petrobrás não deve deixar a chance passar. Analistas do mercado alertam, porém, que, desta vez, os rendimentos podem não ser tão significativos quanto os obtidos na última década, de pouco mais de 870%.
"O investidor não deve nutrir a expectativa de ter hoje os lucros que obteve no passado", avalia Ricardo Fontes, professor de finanças do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper, antiga Ibmec).
Isso porque, segundo especialistas, os altos rendimentos obtidos de 2000 (ano em que houve o primeiro ingresso de verba do FGTS na petrolífera) para cá ocorreram por dois motivos que não têm como se repetir.

"Primeiro porque em 2000 a Bolsa estava em franca expansão. Segundo, porque foi o ano em que a Petrobrás abriu capital. Foi o ano de boom da companhia", explica Luís Broad, da Ágora Corretora.

Saiba mais, neste LINK
Roberta Scrivano, de O Estado de S. Paulo